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Judith Butler

  • 1 de jul. de 2015
  • 1 min de leitura

Feminista, queer, hegeliana, pós-estruturalista, judia, norte-americana e filósofa.

Podemos classíficá-la em diversas formas, mas todas performatizam o eixo pricipal de seu pensamento: não é possível reduzir o sujeito a uma identidade sem limitá-lo.

Também não é possível encerrar Buthler em uma categoria sem limitá-la.

(Revista Cult)

Judith esteve aqui no Brasil para participar do Seminário Queer. Esse evento aconteceu em parceria da Revista Cult com o Sesc São Paulo - Vila Mariana, o qual esgotou os ingressos em apenas um dia.

Neste evento discutiu-se a Teoria Queer, onde diversos pensadores e estudiosos estiveram presentes: Marie-Helène Bourcier, Richard Miskolci, Carla Rodrigues, Karla Bessa, Leandro Colling, Guacira Lopes Louro, Jorge Leite Junior, Pedro Paulo Gomes Pereira, Berenice Bento, Marcia Tiburi e Larissa Pelúcio, entre outros.

O seminário estava aberto à todos, e era de grande interesse para educadores, estudantes, pesquisadores interessados nas temáticas da sexualidade, do gênero e dos saberes insurgentes. Pretendia-se aguçar o olhar para as formas menos visíveis de normalização corporal e subjetiva vigentes na sociedade contemporânea, e Judith Butler é uma das principais referências sobre a Teoria Queer no mundo.

A Teoria Queer surge da confluência de vertentes radicais do feminismo e dos estudos gays e lésbicos, e propõe uma crítica à hegemonia heterossexual, interpretada como uma imposição cultural que permeia o discurso e a prática em diversos âmbitos da realidade social, cultural e política.

Assista ao vídeo da conferência de Judhit Butler:

 
 
 

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